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E a Liya Kebede, quietinha, né, estrelando este mega filme baseado na autobiografia de Waris Dirie. Assim como Liya, Waris é uma modelo negra que nasceu na Africa, no caso de Waris, na Somália. Waris foi uma modelo nos anos 70, capa de revistas importantes, como Vogue e Bazaar, mas sua dramática vida particular tomou conta de tudo. O filme trata de questão da mutilação genital feminina, vista pela trajetória de Waris que, aos 13 anos, fugiu da Somália, escapando de ser vendida por cinco camelos. Vi o filme no domingo, no cinema do Champs-Élysées e achei a Liya atriz jovem mas muito boa.
O Guga levantou alguns dados sobre Liya Kebede:
- Liya Kebede despontou em 1999, quando Tom Ford lhe contratou exclusivamente para a Gucci para o desfile de Inverno 2000. A partir daí, chegou a ser, em 2008, uma das 15 modelos mais bem pagas do ano, fazendo desfiles e capas importantes ao longo de sua carreira, como uma das versões da “Black Issue” da Vogue Italia.
- Nascida na Etiópia, foi descoberta por um diretor de cinema em seu colégio e de lá seguiu para Paris iniciando sua carreira de modelo.
- Liya faz menos desfiles atualmente (nesta temporada fez apenas o da Balenciaga) mas é destaque em vários editorias, o mais recente é um super colorido inspirado no grupo Salt-N-Peppa na V Magazine de março. Muito envolvida com projetos beneficentes, a modelo/atriz mantém desde 2006 a Liya Kebede Foundation, voltada aos cuidados com gestantes e recém-nascidos na Etiópia.
Mais sobre o filme
- O filme “Flor do Deserto” tem estreia prevista para maio aqui no Brasil. Baseado na história da modelo Waris Dirie que aos cinco anos, passou pela experiência terrível da mutilação. Aos 18 anos, em Londres, sua carreira de modelo deslanchou e Waris aproveitoua visibilidade para fundar a Waris Dirie Foundation, cuja principal missão é acabar com essa prática na África e pelo mundo. O filme, dirigido por Sherry Hormann, estreou no ano passado no Festival de Veneza com ótimas críticas e recebeu o prêmio da público no Festival de San Sebastian, assista ao trailer abaixo:
Na foto, Liya como Waris Dirie no filme, no desfile da Balenciaga e nas capas da Vogue América e Italia.
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Ai gente e não é que o Erlend Oye disse pro Jackson Araujo que o disco brasileiro favorito dele é ‘“Clube da Esquina’, com Lô Borges e Milton Nascimento”. AMEI. Minas bombando na Europa. Erlend que veio ao Brasil trazido pela LED para tocar no Rio e SP com seu projeto “Whitest Boy Alive” fez set surpresa na festa da Vogue, na terça. Ele está hospedado no Jackson e dizem que ele é mega querido mesmo. No blog do Jackson tem uma entrevistinha legal com o Erlend… onde ele fala de música e confessa que seu restaurante favorito em São Paulo é o Consulado Mineiro. É nois. Tem também uma música inédita do Erlend. Clica aqui pra ler e ouvir.

A Vogue Itália é muito rápida e faz tempo. Um show quando ela alia o mundo da tecnologia com o mundo da moda. Em 2007, com o boom dos blogs e a revolução do YouTube ela publicou um editorial todo capturado da própria telinha dos players de vídeo que se popularizavam mais e mais pela internet (na galeria abaixo também). Agora, em sua edição de Dezembro/2009, a novidade vem pelo Twitpic, sisteminha de envio de fotos para o Twitter que, na última temporada nacional e internacional foi responsável por muitos e muitos furos e detalhes exclusivos enviados na hora de qualquer lugar, seja da primeira fila ou dos backstages dos desfiles. Na Vogue italiana, a ferramenta virou o meisel pic, com quatro cliques feitos pelas próprias tops (Gisele e Lara Stone inclusas) orientadas pelo fotógrafo Steven Meisel, confira abaixo!
Jessica Stam e Coco Rocha no vídeo do editorial “Live on the Web”, de 2007





















